sexta-feira, 26 de setembro de 2008

9º Parágrafo

Não lembro direito do meu sonho, mas meu avô estava nele. Eu aflito por causa daquele relógio velho e com vergonha da puta que me roubou. Devo ter dormido umas 12 horas seguidas. Acordei suado, num cheiro detestável e com a frequente dor de cabeça. Ligo o rádio. Nada toca. Troco de camisa, coloco a mais limpa que tenho e vou para a calçada fumar uma bituca que achei no lençol. O céu está claro. Na minha frente um ônibus cheio de crianças pára. Todas elas apontam e olham para mim. A professora ou monitora também me aponta e dá um sorriso irônico. Não endendo nada. Só existe confusão na minha cabeça. Será que ainda durmo?

Nenhum comentário: