sexta-feira, 7 de agosto de 2009
20° Parágrafo
Detalhe que me esqueci: Agora quando se fica de pau duro uma luz vermelha acende em cima da sua cabeça e uma música de xilofone toca. Eu e Caio saimos do prédio, o maluco tentou encarnar -se num cachorro, mas não seu certo!
19° Parágrafo
Eotra, o buraco da bala em minha cabeça ficou do jeito que me matou. Os do Caio, furos no peito e nas costas, então é ficar na forma que morreu... com os Queimados logo se acostuma, o foda são os Abortados... mas esses cê se acostuma também...No geral não tinha muita coisa de diferença, entre vivo ou morto, por exemplo Úrsula ainda me rondava as idéias feito um fantasma! será que eu assim poderia trepar com ela? Inferno! eu havia prometido justo o contrário.
18° Parágrafo
As condições dessa "nova vida"...quer dizer...dessa nova morte, ou vida-morta era de que agora temos que nos apresentar por esses números ao estranhos, pros antigos chegados parece que ainda vale os nomes. Sim, podemos atravessar paredes, mas não podemos nos deslocar rapidamente como as famosas almas penadas...voar só de avião, coisa que é sempre lotado, então se eu encasqueto ir pro Japão eu posso ir (atravessando as paredes inclusive), mas na velocidade que sempre tive, se corro canso... levando 6 anos pra chegar.
16° Parágrafo
77777777758494039828393847498292919812736485950502000000009878900000098877544332452525626267272727272863635353563636373737373736363534426567889988887722223070000000000000001307. Meu número era esse, mas eu tinha que decorar o final: 1307. O Caio por ter me matado tem que decorar o número dele e cinco letras. O Cocum agora era só o 8, não me pergunte o motivo! Seu segurança: 505PHI.
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